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Governador

Wellington Dias é candidato em 2014

Atualizado em 13/01/2012 - 19:08 h
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O presidente da Assembleia Legisltiva do Piauí, Themístocles Filho, com o senador Wellington Dias O presidente da Assembleia Legisltiva do Piauí, Themístocles Filho, com o senador Wellington Dias (Foto: Paulo Pincel)
O senador Wellington Dias (PT-PI) concedeu entrevistas ontem (12) quando falou abertamente sobre a sucessão municipal deste ano e até sobre as eleições estaduais de 2014. Wellington Dias reafirmou que não será candidato em 2012, “porque não acredito nisso”. Também não acredita – pelo menos por enquanto - em renúncia no Senado para ser candidato a governador. “Temos que esquecer 2014, porque isso é futurismo”. No entanto, Wellington Dias não disse “dessa água não beberei”. "Se eu estiver bem, como espero estar, vou colocar meu nome, porque isso é natural da política. Mas, apenas em 2014, não em 2012".

Rejane candidata

Wellington Dias assumiu que a “patroa”, deputada Rejane Dias, é pré-candidata a prefeita, mas que essa será uma decisão de partido, acatando a vontade da maioria dos mais de 7 mil filiados. “Qualquer que seja o resultado – a candidatura própria ou uma aliança com outro partido - estaremos juntos”, previu.

Fim do casamento

O senador petista também comentou a aliança com o PTB em Teresina. O compromisso com o prefeito Elmano Ferrer acaba após o dia 25 de março, quanto o PT decide se mantém a aliança com o PTB ou lança candidato próprio. “O Elmano é apoiado abertamente pelo PT na atual gestão... Se ele for o candidato, me sentirei animado, mas se for a Rejane, me sentirei mais animado ainda”, avisou.

Barrados no baile

Fazendários em greve há quase três meses foram impedidos, ontem (13), por policiais do GATE (Grupo de Ações Táticas Especiais) da Polícia Militar, de entrar no posto de fiscalização da Tabuleta. Os ânimos se acirraram e por pouco não houve o confronto. Os técnicos fazendários não tem sido claros para a população sobre o principal motivo da greve. Segundo eles, os técnicos querem receber pelos autos de apreensão, que preenchem, mas que são assinados pelos auditores fiscais, que recebem um extra por esse serviço.

Cobrando a conta

A Advocacia-Geral da União vai processar os prefeitos cassados e cobrar deles os gastos com a realização de novas eleições, segundo convênio firmado entre o Tribunal Superior Eleitoral e a AGU. Pelo convênio, depois que os prefeitos forem cassados em definitivo pela Justiça Eleitoral, os tribunais regionais eleitorais ou o TSE acionarão a AGU para que adote as medidas necessárias a fim de cobrar judicialmente as despesas geradas pela nova votação.

Recorde negativo

O Piauí é recordista no número de prefeitos cassados desde a eleição municipais de outubro de 2008, com 42 dos eleitos perdendo o mandato, o que equivale a 20% dos 223 diplomados pelo Tribunal Regional Eleitoral. A maioria das cassações foi por abuso de poder político e compra de votos. Oito dos 42 municípios tiveram novas eleições e em quatro o TRE determinou a posse do segundo colocado, tendo em vista que o prefeito cassado não obteve mais de 50% dos votos válidos.

APPM vai orientar

A Associação Piauiense de Municípios (APPM) deverá promover palestras e encontros para orientar os atuais prefeitos que pretendem disputar a reeleição sobre o que podem e o que não devem fazer na campanha e durante o processo eleitoral para evitar novas cassações, até porque se isso acontecer os prefeitos cassados vão amargar enormes prejuízos.

Meio milhão

A realização de eleição suplementar numa cidade de pequeno porte custa em média meio milhão de reais. Desde 2008, os eleitores de aproximadamente 180 municípios tiveram de voltar às urnas para substituir prefeitos que cassados, cujos crimes acabaram por gerar também a anulação das eleições. Os gastos com essas votações suplementares podem chegar a R$ 5 milhões.

Saideiras...

As eleições suplementares são convocadas sempre que o candidato eleito com mais de 50% dos votos tem o registro de candidatura indeferido ou tem seu mandato cassado por algum crime eleitoral, como compra de votos, abuso de poder político ou econômico.
Mutuários quer receberam as chaves de suas casas, mas que ainda não ocuparam esses imóveis, no Residencial Jacinta Andrade, na região da Santa Maria da Codipi, zona rural Norte de Teresina, estão tendo uma supresa desagradável.
Várias dessas casas vazias estão sendo invadidas desde a semana passada. Depois de invadidos, os imóveis são vendidos pela bagatela de R$ 150 a R$ 300.
As quadras mais visadas pelos invasores de casas são a 35, 36, 42 e 43.

Sobre a coluna "Pinceladas" O jornalista Paulo Pincel escreve sobre todos os assuntos. Você pode colaborar enviando fotos, informações, sugestões e comentários. E-mail para o colunista: paulopincel2011@globo.com.

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