GLOBO E O CRIME

Contas de Gleen e seu marido são públicas e desmoralizam Moro, a Globo e Lava Jato

Globo, Lava Jato e extrema direita se desmoralizam com as tentativa de imputar crimes a quem não age como elas e nem defende os criminosos de toga


Glenn Greenwald

Glenn Greenwald Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Reportagem do jornalista Fernando Brito, publicada originalmente no blog dele, o Tijolaço, desmoralizam o Globo, a Globo, a Lava Jato, Sérgio Moro, Dallagnol e seu e os vazamentos seletivos que tentam desacreditar e desestabilizar o jornalista Gleen Grenwald, o marido dele, deputado federal David Miranda (PSOL), e o site The Intercept Brasil, responsável Vaza Jato.

A Vaza Jato é uma série de reportagem do The Intercept que vem mostrando os crimes cometidos pelo ex-juiz Sérgio Moro, agora ministro da Justiça de Bolsonaro, e os procuradores da força tarefa batizada de Lava Jato, do Ministério Público Federal, comandada pelo procurador Deltran Dallagnol.

A Lava Jato vazou para o Grupo Globo (como sempre)  dados fiscais e pessoais e sigilosos a partir do extinto COAF, da Receita Federal, para levantar suspeitas, ilações sobre a origem do dinheiro movimentado pelo parlamentar do PSOL, marido do jornalista norte americano que está infernizando a vida dos criminosos de toga que ainda atual no Judiciário e no Ministério Público Federal do Brasil, notadamente no Paraná.

A intenção da Globo e do Globo, da Globo é alimentar a “fábrica de fakes” parta tentar desmoralizar Gleen e o Intercept a qualquer custo. Mas não deu certo porque a “movimentação atípica” levantada pelo COAF não crime porque o dinheiro de origem e destino.

Fernando Brito mostrar as contas do Gleen e do marido dele são públicas e estão na Internet à disposição de quem quiser pesquisar. Nem Gleen e o deputado federal David Miranda são “lisos”, como o Globo, a Globo, a Lava Jato, o Moro, o Dallagnol, o Governo Bolsonaro, os filhos do Bolsonaro e os jornalistas “amestrados” tentam mostrar para enganar a população e atrair a antipatia popular para a Vaza Jato.

A reportagem de Brito desmoralizam também os “lavajateiros” do extinto Coaf, que vazaram dados fiscais e pessoais sigilosos do deputado David Miranda, na tentativa de intimidar o site The Intercept Brasil e seu responsável, Gleen Grenwald, para que ele para com as publicações e revelação da Vaza Jato, que desmoralizam diariamente a Lava Jato e sua organização, chamada de criminosa (ORCRIM) pelo ministro Gilmar Mendes, do STF.

Não adianta essa armação e tentativa de manipulação da Globo. O grupo Globo sim, está envolvido até o pescoço com as ilegalidades da Lava Jato, inclusive os inúmeros vazamentos criminosos patrocinados pelo antão juiz Moro e o procurador Dallagnol e os “jornalistas amestrados” da emissora do Rio e dos jornalões familiares de São Paulo.

A seguir, na integra, a reportagem de Fernando Brito publicada nesta quinta-feira (12.09) no Tijolaço: 

Contas de Glenn estão na web: preguiça de apurar ou cumplicidade? 

Por Fernando Brito

Trabalhando sozinho, nem sempre tenho tempo de parar alguns minutos para aprofundar apuração de fatos, algo muito diferente de redações que contam com muitos profissionais para fazê-lo.

Hoje cedo, tive este tempo e não demorou mais que 15 minutos para checar a versão dada ontem por Glenn Greenwald sobre o movimento – que se apontou como suspeito – na conta bancária que tem seu marido e sócio, o deputado federal David Miranda.

Não demorou porque é público e está no site da própria mantenedora do The Intercept, a First Look Midia, o que é explicado com todas as letras na seção “Sobre” do site:

The Intercept é uma publicação da First Look Media. Lançada em 2013 pelo filantropo e fundador do eBay, Pierre Omidyar, a First Look Media é uma empresa multimídia dedicada a apoiar vozes independentes em jornalismo investigativo, cinema, arte, cultura, mídia e entretenimento. A First Look Media produz e distribui conteúdo em diversos formatos, incluindo longas, curtas, podcasts, mídia interativa e jornalismo narrativo, seja com nossa propriedade intelectual digital ou através de parceiros.

O lançamento do site e sua vinculação foram fartamente noticiados nas publicações voltadas para a área de comunicação, como o Knight Center for Journalism in the Americas.

Acessando a página da FirstLook, que tem, nos EUA, como toda organização sem fins lucrativos, a obrigação de prestar detalhadas contas de suas receitas e gastos, não há nenhuma dificuldade em ter acesso – eles próprios disponibilizam – aos relatórios anuais (IRS) que entregam ao Departamento do Tesouro do governo norte-americano.

Estão todos lá, de 2013 a 2017 e acessei os três últimos.

A forma com que Glenn Greenwald recebe é pela empresa Enzuli Management LLC, que mantém em Nova York, registrada no Departamento de Estado local sob o número 4477324 e na qual tem como sócio David Miranda e os valores foram, em dólares, os seguintes: 2015 – US$ 518 mil; 2016 –US$ 476,5 mil; 2017 -US$ 370 mil.

Não sou especialista, mas creio que esta renda não é tributável no Brasil. Lembro que, quando constituí o Tijolaço como empresa, uma amiga, auditora da Receita Federal, sugeriu que eu abrisse uma conta no Banco do Brasil nos EUA para receber os pagamentos dos anúncios do Google , feitos de lá. Claro que não o fiz, porque ser de esquerda, aqui, sempre foi tratado como “crime”.

Os valores deixam claro, portanto, que Glenn e David não teriam razão para andarem às voltas com “rachadinhas” de servidores do gabinete.

Como o próprio Greenwald disse que iria exibir os documentos e estes são públicos e publicados no próprio site da organização que mantém o The Intercept, não vejo problema ético em dar acesso a eles aqui.

Problema ético, para mim, é deixar que uma armação para desacreditar o jornalismo corra sem resposta e sem defesa de órgãos de imprensa”.

Fonte: Tijolaço

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Sobre a coluna

Luiz Brandão

Luiz Brandão

Luiz Brandão é jornalista formado pela Universidade Federal do Piauí. Está na profissão há mais de 35 anos. Já trabalhou em rádios, TVs e jornais. Foi repórter das rádios Difusora, Poty e das TVs Timon, Antares e Meio Norte. Também foi repórter dos jornais O Dia, Jornal da Manhã, O Estado, Diário do Povo e Correio do Piauí. Foi editor chefe dos jornais Correio do Piauí, O Estado e Diário do Povo. Atualmente é diretor de jornalismo do portal www.piauihoje.com

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