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Automóveis: Números de setembro

Confira as novidades do mundo automobilistico


Hyundai HB20

Hyundai HB20 Foto: Divulgação

Números de setembro
Conforme dados oficiais da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), setembro teve alta de 9,07% na venda de carros e comerciais leves, os dois segmentos com maior volume sobre quatro rodas, com 223.240 emplacamentos. Em relação a agosto deste ano, houve queda de 3,24%. No acumulado do ano, os dois segmentos registraram 1.935.013 unidades comercializadas, representando um crescimento de 8,75% em comparação ao mesmo intervalo de 2018. 

No “Top Ten” dos modelos, a liderança permaneceu com o Chevrolet Onix (ainda na primeira geração, a segunda só chega ao mercado em novembro), com 21.044 unidades vendidas, seguido pelo companheiro de fábrica, o Prisma, com 8.946, pelo Renault Kwid (8.826), pelo Ford Ka (7.891), pelo Hyundai HB20 (7.145), pelo Volkswagen Gol (6.850), pela Fiat Strada (6.573), pelo Volkswagen Polo (6.282), pelo Jeep Renegade (6.082) e pelo Fiat Argo (5.730). 

Entre as fabricantes, a General Motors continuou em primeiro em setembro, com 40.836 carros vendidos e participação de mercado de 18,29%, à frente da Volkswagen (35.706 e 15,99%), da Fiat (30.029 e 13,45%), da Renault (22.951 e 10,28%), da Ford (18.007 e 8,07%), da Hyundai (16.364 e 7,33%), da Toyota (15.772 e 7,07%), da Jeep (10.660 e 4,78%), da Honda (10.651 e 4,77%) e da Nissan (8.453 e 3,79%). A alteração mais significativa no ranking foi a perda de posições pelo HB20, que caiu de segundo para o quinto lugar, provavelmente em virtude do desabastecimento ocasionado pela troca da geração do modelo.
Questões setoriais

Durante o relatório da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) nesta segunda-feira, dia 8 de outubro, Luiz Carlos Moraes, presidente empossado em abril deste ano, destacou a realização da Fenatran de 2019, de 14 a 18 de outubro, no São Paulo Expo, e as novidades do setor de pesados na maior feira do segmento rodoviário de cargas da América Latina. Quanto à produção de setembro, a indústria automotiva nacional fabricou 247 mil automóveis, em um crescimento de 10,9% ante o mesmo mês de 2018 e uma retração de 8,3% sobre agosto deste ano.

 No acumulado de janeiro a setembro, a produção foi de 2,26 milhões de unidades, alta de 2,9% em comparação a igual intervalo de 2018. As exportações em setembro foram de 36,6 mil unidades, em queda de 7,1% ante o mesmo mês de 2018, e de 0,2% sobre agosto deste ano, afetadas ainda pela crise econômica da Argentina. No acumulado de 2019, as exportações foram de 337,5 mil unidades, um tombo de 35,6% sobre o mesmo período do ano passado. 

A associação que representa as fabricantes instaladas no país revelou suas novas projeções para o fechamento ano, com expectativa de crescimento na produção e nas vendas no mercado interno. De acordo com a equipe econômica da entidade, as vendas no Brasil neste ano devem ter uma alta de 9,1% ante 2018. Moraes foi questionado sobre um tão aguardado incentivo do Governo Federal para os carros “verdes”. “A eletrificação automotiva ainda está em baixa no Brasil. Os preços são altos e não vejo com esperanças um incentivo oficial para ajudar nesta empreitada. 

As montadoras estão acompanhando o que está acontecendo lá fora no setor e estão trazendo veículos para experimentar o mercado daqui. Vejo, a curto prazo, as fabricantes investirem alto nos flex e no bicombustível, assim como nas tecnologias energéticas, de produção e de segurança, como prevê o Rota 2030”, respondeu Moraes à Agência AutoMotrix.
Ar saudável
As ondas de calor que já estão retornando ao Brasil no início da primavera recomendam o uso do ar-condicionado do carro ininterruptamente. No verão, a sensação térmica dentro do veículo pode ultrapassar os 5ºC em relação à temperatura externa. O sistema climatiza o interior do carro, impede a entrada de poeira e evita que os vidros fiquem embaçados nos dias de chuva.

 Entretanto, para que a eficiência do sistema seja total, é importante as manutenções periódicas, incluindo limpeza dos filtros e higienização, evitando até problemas respiratórios para os ocupantes. A falta de manutenção pode gerar alguns problemas no uso do ar-condicionado, como eficiência baixa. Se houver perda de gás, o proprietário deve eliminar o vazamento e preencher com a quantidade de gás exigida de acordo com cada modelo. As limpezas preventivas custam em média R$ 135, enquanto as corretivas giram em torno de R$ 250.
 vaga de estacionamento para idosoO preço da civilidade
No país em que a população reclama dos políticos mas muitas vez não dá o exemplo na sua vida do dia a dia, cometer pequenas ou grandes infrações no trânsito é uma lamentável rotina. Como, por exemplo, estacionar ilegalmente em vagas destinadas a idosos.

 As desculpas para esse tipo de infração são inúmeras, como uma possível pressa para se chegar a um determinado local. No entanto, quem acaba “pagando” é mesmo o idoso, que necessita estacionar seu veículo no lugar apropriado para seu deslocamento a pé. O mesmo ocorre, com iguais consequências, contra pessoas portadoras de deficiência e para grávidas. 

Porém, os infratores estão sujeitos à lei, com pagamento de multa de R$ 293,47, sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e retirada do veículo por meio de guincho autorizado pelo Detran. Para poder usufruir da vaga especial, a pessoa tem de ter idade a partir de sessenta anos e ter o Cartão de Estacionamento devidamente cadastrado, que deve ficar bem visível quando o carro estiver ocupando o lugar. Uma pessoa com menos de sessenta anos até pode estacionar na vaga, se estiver acompanhada do idoso com porte do cartão.

Fonte: Daniel Dias Agência AutoMotrix

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