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Picape Ford F-150 elétrica

Picape Ford F-150 elétrica Foto: Divulgação

Trem de força

Depois de anunciar no ano passado o plano de lançar uma F-150 totalmente elétrica, a Ford apresentou agora o primeiro protótipo da picape grande, que é o veículo mais vendido nos Estados Unidos há mais de quatro décadas. A marca norte-americana aproveitou a oportunidade para fazer uma demonstração inédita de força: o modelo aparece em um teste rebocando dez vagões de trem carregados com outras quarenta e duas F-150, com mais de 560 toneladas de peso. “As quarenta e duas picapes representam os quarenta e dois anos da F-150 como picape mais vendida da América”, explica Linda Zhang, engenheira-chefe da Ford F-150. Nenhuma outra picape já fez uma experiência como essa, elaborada em duas etapas. Na primeira, a F-150 elétrica rebocou dez vagões de carga com 453 toneladas por cerca de trezentos metros. Na segunda, repetiu a prova puxando o trem carregado com os quarenta e dois veículos. O vídeo feito na ocasião informa que o teste foi feito em local fechado, com profissionais habilitados e cercado de todos os cuidados de segurança. “Este teste mostra o nosso compromisso de manter a liderança absoluta em picapes e o nosso compromisso com o futuro dos veículos elétricos. A F-150 elétrica será uma picape inovadora e empolgante, com recursos que os clientes nunca viram”, acrescenta Ted Cannis, diretor global de Eletrificação da Ford. A marca norte-americana está estudando a possibilidade de trazer a F-150 “normal” para o mercado brasileiro.

Jeep Renegade linha 2020O SUV que é um jipe

Após ser lançado em outubro do ano passado e de reassumir a liderança do concorrido segmento de SUVs em seguida, o novo Renegade chega à linha 2020. O utilitário esportivo da Jeep continua na ponta do mercado e fechou o primeiro semestre deste ano com 33.048 emplacamentos, ultrapassando as duzentas mil unidades comercializadas no Brasil desde seu lançamento, em 2015. Para manter o bom desempenho nas concessionárias, o Renegade traz novidades na linha 2020. A principal é a chegada das lanternas de leds, que passam a ser item de série desde a versão Longitude Flex. Todas as unidades Longitude (bicombustível e diesel) agora brilham mais com o conjunto óptico dianteiro de leds, formado pelos faróis principais e de neblina. Com fluxo luminoso 50% mais eficiente que as lâmpadas halógenas, o sistema de iluminação tinha entrado na linha 2019 do Renegade como opcional nas versões Longitude e equipamento de série nas configurações de topo de linha Limited (flex) e Trailhawk (diesel). O Renegade Sport 2020 recebeu alarme perimétrico de série e um novo pacote opcional chamado de Uconnect, formado por central multimídia de 7 polegadas compatível com Android Auto e Apple CarPlay, ar-condicionado digital dual zone (com opção de controle na tela) e sensores traseiros de estacionamento, tudo por R$ 4 mil a mais.

Campo de Provas da Cruz Alta da GMLaboratório de asfalto

O Campo de Provas da Cruz Alta da General Motors, localizado em Indaiatuba-SP, está completando quarenta e cinco anos de atividades em meio a ampliações para o desenvolvimento de veículos inéditos e tecnologias inovadoras de conectividade, segurança e eficiência energética. As novidades estarão nos próximos lançamentos da Chevrolet no país. Foram investidos nessa nova fase cerca de R$ 60 milhões, incluindo equipamentos para os sete laboratórios, como o de motores e de eletroeletrônica, e a construção da décima sétima pista de teste – ao todo, o complexo ocupa uma área equivalente a 160 mil campos de futebol. “O Campo de Provas da GM conquistou um novo patamar de protagonismo para a companhia devido às contribuições ao desenvolvimento de uma nova família global de veículos que está por vir. O Onix mostrou que a engenharia brasileira é referência mundial na concepção de carros compactos de sucesso”, explica Ricardo Fanucchi, diretor do Complexo. A recém-construída Rampa Estendida é outro exemplo de que o campo de provas está em constante modernização e ampliação. Com diferentes ângulos de inclinação para simular longas subidas, a nova pista está sendo utilizada para complementar os parâmetros de calibração de sistemas eletrônicos, que se tornarão mais comum em modelos de produção regional. A instalação auxilia ainda nos testes de durabilidade, melhorando a correlação com o uso em campo. Somadas, as dezessetes pistas se aproximam de quarenta e cinco quilômetros. Já os sete laboratórios, as oficinas e outras edificações de apoio ocupam uma área de 27 mil metros quadrados.

Fonte: Daniel Dias Agência AutoMotrix

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