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Frenagem autônoma de emergência

Frenagem autônoma de emergência Foto: Divulgação

O Cesvi Brasil desenvolveu um boletim técnico com a importância do sistema de frenagem autônoma de emergência. As colisões de frente entre veículos e envolvendo pedestres infelizmente são comuns no trânsito. A principal causa é a reação demorada do motorista para frear o carro. 

A AEB (Autonomus Emergency Braking – frenagem autônoma de emergência) é um sistema cada vez mais presente nos veículos e está na lista das tecnologias automotivas que tendem a se tornar obrigatórias na redução de acidentes e mortes no trânsito porque, muitas vezes, a reação humana não é suficiente para evitar uma batida. Na AEB, sensores tipo radar e câmaras são instalados no retrovisor interno e no para-choque dianteiro, orientados para frente. 

Eles analisam a área frontal e identificam possíveis obstáculos. Se o sistema observar um veículo, uma pessoa ou um animal, um alerta é emitido no painel para que o motorista reduza a velocidade. Se o veículo à frente frear repentinamente, além do alerta, a AEB aciona o sistema de freios de forma autônoma caso o motorista retardar sua reação de parar o carro. Não existe o risco de o dispositivo atuar fora de uma situação de emergência, pois ele analisa se o motorista não for frear a tempo de evitar a colisão. Tudo na AEB passa por uma central computadorizada.
Estrada privatizada do Sistema Anchieta-ImigranteCaminhos e descaminhos
Conforme pesquisa técnica da Confederação Nacional de Transporte (CNT), divulgada em outubro, as vinte e duas melhores rodovias nacionais estão concedidas para a administração privada. 

No ranking com cento e nove estradas, a avaliação positiva nas privatizadas é a maioria em comparação às controladas pelo poder público. Em 2018, as privatizadas estavam nas vinte e uma primeiras colocações. A pesquisa avaliou um total de 108.863 quilômetros de rodovias, com 22.079 quilômetros concedidos. Nas estradas privatizadas, 74,7% do estado geral das vias foi classificado como ótimo ou bom. 

O quadro é ao contrário nas rodovias sob gestão pública, nas quais as consideradas ótimas ou boas são apenas 32,5%. A maior parte das boas estradas está no Estado de São Paulo, onde se destaca a exuberante Rodovia dos Imigrantes, que liga a capital à Baixada Santista, finalizada em 2002, com pistas independentes de descida e subida da serra. A concessão envolve o Sistema Anchieta-Imigrantes.

Fonte: Agência AutoMotrix

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