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Sem resposta da Sesapi, mãe busca ajuda para custear cirurgia da filha com tumor raro

A pequena Ana Clara espera há quase dois anos para o SUS realizar a cirurgia, mas agora não pode mais esperar porque a lesão está aumentando


Ana Clara

Ana Clara Foto: Arquivo pessoal

No mês passado, o Piauí Hoje relatou o caso da pequena Ana Clara Pereira dos Santos, de 6 anos, que foi diagnosticada com um tumor raro na região do maxilar e precisa passar por uma cirurgia multidisciplinar. Há mais de um ano e meio, Ana Clara está na luta para conseguir a cirurgia no Sistema Único de Saúde (SUS). A criança tem um tipo de tumor ósseo benigno e bastante raro chamado de fibroma desmoplásico. O tumor está aumentando a cada dia e destruindo os ossos do maxilar, além de se estender para a língua. A equipe médica disse que a criança precisa passar por cirurgia o mais rápido possível, pois quanto mais o tempo passa, a lesão aumenta e as chances de sequelas graves são ainda maiores.

 A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), há mais de um mês ficou de se posicionar sobre o caso de Ana Clara. Inúmeras vezes a equipe de reportagem procurou o órgão, mas não obteve nenhum tipo de esclarecimento. Sueide Janes Santos, mãe da criança, não sabe se a cirurgia vai ser liberada e diz estar desesperada sem informações. Ana Clara reside em São Raimundo Nonato, a 565 km de Teresina e todas as consultas e exames são realizados na capital.

 "Eu não estou pedindo nada demais! Eu só quero a cirurgia da minha filha, que é um direito dela. Ficam fazendo a gente de Pingue-Pongue de São Raimundo Nonato para Teresina e não resolvem nada. Eu já gastei tudo que eu tinha e o que não tinha. A cada dia minha filha piora, a lesão está se estendendo", diz Sueide Janes Santos.

A cirurgia de Ana Clara deve ser realizada por dois cirurgiões, um de cabeça e pescoço e outro bucomaxilofacial. A lesão é extremamente grave e a medida em que o tempo passa, mais complicada será a cirurgia. Os próprios médicos da criança aconselharam Janes a fazer campanha e bingos para conseguir custear a cirurgia pelo sistema particular, pois não dá mais para esperar.

O gasto maior da cirurgia é o material cirúrgico e uma prótese, que segundo uma médica que não quer ser identificada, este material não é fornecido pelo SUS e a Sesapi teria que comprar por fora, de fornecedores.  A médica acredita que por se tratar de uma cirurgia delicada e de custo elevado, o Estado está dificultando a liberação do procedimento.

Cansada de esperar pelo SUS, Janes resolveu criar uma Vakinha Online para tentar custear o tratamento da filha no Hospital São Marcos. Para ajudar basta clicar no link abaixo:

Vakinha Online:  Todos Por Ana Clara

Para mais informações: (89) 98143-5833 (Sueide Janes - mãe)

Para ajudar via conta bancária: 

0728 013 00151138-6
Poupança Caixa
Sueide Janes dos S.Lima

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