CRIME

Em depoimento suspeito relata que a filha do piauiense autorizou a morte da familia

Após ser rendida, a empresária abriu o cofre, e estava estava vazio. A falta do dinheiro no cofre, segundo o depoimento do suspeito foi o motivo para matar matar a família


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Nesta tarde o suspeito preso, identificado como Juliano de Oliveira Ramos Júnior, que é primo de Carina, prestou depoimento. Ele declarou no depoimento que a filha do casal, Ana Flávia Menezes Gonçalves, 24 anos, e sua namorada, Carina Ramos, 26 anos, autorizaram a morte de Romuyuki Gonçalves, 43 anos, seu filho Juan, 15, e a mulher Flaviana, 40. 

O suspeito,  contou que Carina  e Ana Flávia revelaram que havia R$ 85 mil em um cofre na casa da família, e isso motivou os três a combinarem o assalto na casa no condomínio Morada Verde, em Santo André (ABC), na noite do dia 27. 

No depoimento ele relatou que para para simular o assalto, três homens, incluindo o suspeito preso, chegaram à casa da família no mesmo momento que Carina e Ana Flávia, em uma Fiat Palio. Dentro do imóvel, anunciaram o assalto. Os criminosos colocaram um saco na cabeça do adolescente e o espancaram, para que o pai informasse a senha do cofre.  No entanto, Romuyuki não sabia a combinação e, por isso,  aguardaram a chegada de Flaviana. 

Após ser rendida, a empresária abriu o cofre, e estava estava vazio. A falta do dinheiro no cofre, segundo o depoimento do suspeito foi o motivo  para matar  matar a família. 

Ana Flávia teria indicado que irmão fosse morto primeiro, por conta da herança que deixaria ela. O pai foi morto em seguida. Ambos teriam sido asfixiados, segundo o relatado pelo suspeito, contrariando laudo do IML que afirma que as vítimas foram mortas com pancadas na cabeça. Enquanto pai e filho eram mortos, Flaviana foi mantida amarrada e vendada, ainda de acordo com o depoimento do suspeito. 

Após isso, os dois corpos foram colocados no porta-malas do Jeep Compass das vítimas. O veículo saiu do condomínio, seguido pelo Fiat Palio de Ana Flávia e Carina. Flaviana estava no Jeep. O suspeito não informou quem dirigia o veículo. 

Os três foram até um posto de gasolina perto da casa das suspeitas, em Santo André (ABC). No local, de acordo com o primo de Carina, foi comprada gasolina, usada para incendiar os corpos. 

Após comprar o combustível, os cinco suspeitos e Flaviana foram até a estrada do Montanhão. Segundo Juliano, Carina teria matada Flaviana no local. Logo depois os corpos foram incendiados. 

Fonte: Noticias ao minuto

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