EDUCAÇÃO

Governo libera mais de R$ 8 milhões para escolas iniciarem ano letivo

O recurso complementar atenderá às mais diversas necessidades como retelhamento e pequenos reparos


Sede da Seduc

Sede da Seduc Foto: Divulgação/Sinte

A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) vai liberar recursos complementares para as escolas que enviaram um checklist apontando as necessidades para o início do ano letivo de 2020. O Pactue Complementar, Programa de Autonomia, Cooperação e Transparência das Unidades Escolares da Rede Estadual de Ensino do Piauí, somado ao Pactue Regular e ao recurso da Alimentação Escolar injetarão um investimento de mais de 8 milhões de reais nas 660 unidades de ensino.

A diretora da Unidade Financeira (Ufin) da Seduc, Iolanda Mendes, esclarece que o Pactue Regular e o recurso da Alimentação Escolar estarão nas contas das escolas até a próxima quarta-feira (12), com um incremento de mais de 10% nesses recursos.

“Cerca de 6 milhões de reais serão liberados por meio do Pactue Regular e o recurso da Alimentação Escolar para o início das aulas. Já a liberação do Pactue Complementar, cerca de 2,5 milhões, será liberado pela primeira vez e depende da finalização da análise do checklist enviado pelas escolas, apontando as necessidades de cada uma, sendo feito em seguida o repasse do valor”, relata a diretora.

A secretaria disponibilizou, por meio da ferramenta Mobieduca.me, um link para as escolas (checklist) sobre a situação da infraestrutura e outras necessidades visando o início do ano letivo. O recurso complementar atenderá às mais diversas necessidades como retelhamento e pequenos reparos.

O secretário da Educação, Ellen Gera, destaca que o pactue foi criado pensando em dar celeridade aos processos abertos para realização de pequenas reformas nas escolas. Por conta dos trâmites legais, as verbas emergenciais demoravam até três meses para chegar às unidades de ensino. “Esse prazo atrapalhava, e muito, a vida dos alunos e educadores. Com sua implantação, estamos colhendo ótimos resultados, além de promover a autonomia financeira da escola para esse fim”, finaliza o gestor.

Fonte: CCOM

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