“O suplente precisa compreender que ele é um substituto”, diz Fábio Novo

Deputado abordou temas como seu retorno à Alepi, relação com suplentes e candidatura à Prefeitura de Teresina.


Deputado estadual Fábio Novo (PT)

Deputado estadual Fábio Novo (PT) Foto: Caio Bruno/Alepi

Em entrevista concedida nesta sexta-feira (13), o deputado estadual Fábio Novo abordou temas como a candidatura do PT para a sucessão municipal em Teresina, seu retorno à Assembleia Legislativa, um possível estremecimento na relação dos deputados, que eram secretários no Governo, com os suplentes que os substituíam e projetos para a área cultural do Estado.

A respeito de seu nome ter sido cotado para disputar a Prefeitura da capital, Fábio foi curto. “É algo novo que surgiu essa semana e estamos discutindo essa situação”, disse.

Questionado se a relação com os suplentes, que perderam assentos na ALEPI, está arranhada, Novo foi pontual. “Não pode haver esse tipo de estremecimento, é natural e o suplente precisa compreender que ele é um substituto, nesse sentido, quando fui secretário, durante quatro anos era natural eu voltar [à Assembleia] uma, duas ou três vezes por ano quando entendia que tinha uma matéria importante pra votar”, comentou.

O deputado revelou quais projetos pretende indicar para receber recursos durante as votações que acontecerão na Alepi. “Estamos discutindo investimentos da ordem de mais de três bilhões de reais, tem algumas coisas, inclusive na área de cultura, que eu gostaria de votar como investimentos para recuperação do patrimônio, entre os quais a Fábrica de Laticínios de Campinas, tombada pelo Iphan, que precisa de 4 milhões”, declarou.

Fábio Novo lembrou outras ocasiões em que deixou o cargo na Secretaria Estadual de Cultura. “Foi quando votamos um recurso para recuperar o Porto das Barcas em Parnaíba, cuja obra está bem adiantada, com 78% dela já concluída. O Porto das Barcas é hoje, no Nordeste, a maior obra de recuperação de patrimônio público. Até o fim do ano a gente deve entregá-la”, prometeu.

Outro projeto que deve ter recurso assegurado é o filme que trará às telas a Batalha do Jenipapo. “Quero colocar recursos agora para recuperar o monumento da Batalha do Jenipapo, estamos constituindo uma comissão para tratar dos 200 anos do Piauí, é importante recuperar a Batalha do Jenipapo, acabamos de aprovar um projeto que é uma minissérie de doze capítulos, que vai contar a história dessa Batalha, esse projeto já recebeu recursos federais e vai receber recursos do Estado, nós não temos um filme sobre a Batalha do Jenipapo e é uma das batalhas mais importantes e lindas sobre a questão da independência do Brasil, são coisas assim que a gente tá lá pra votar”, concluiu.

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